(Arquivo:noembalo.com.br)
Primeiro bloco a levar alegria ao centro histórico de João Pessoa, O ANJO AZUL, em mais uma edição, sai nesta sexta-feira,25,às 19 horas da Rua Gabriel Malagrida (antigo beco da Faculdade de Direito,próximo a praça João Pessoa, centro. Segundo a fundadora da agremiação, jornalista Ednamay Cirilo, o bloco tem como rei este ano o cantor Jadir Camargo e a rainha é a jornalista Fátima Sousa(companheira mana, conhecida de todos nós).
O bloco, segundo o historiador Jaldes Reis, é multicolor da diversidade cultural e da democracia, de todas as opções sexuais e todos os credos políticos. O nome do bloco presta uma inusitada homenagem ao filme expressionista alemão da década de 1930 – Der Blaue Engel –, adaptação do romance de Heinrich Mann (irmão de Thomas Mann) – os dois filhos ilustres da brasileira Julia Mann, nascida deitada sob o sol da arquitetura colonial de Parati (RJ) –, sobre a história de um professor que se apaixona por uma dançarina de cabaré.
O Anjo Azul, primeiro do centro histórico do Projeto Folia de Rua, é também ASSOACIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA ANJO AZUL, com sede no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello, desde 2006, aprovado pelo FIC-Augusto dos Anjos.Em 2008 lança o bloco AS ANJINHAS, voltado para o universo feminino e suas inquietações em busca da cidadania, cultura e arte.
Um blog de conteúdo plural onde textos versam sobre assuntos variados, com foco especial para assuntos da cultura.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
CANTATA CARNAVALESCA
(orkut-net)
Marchinhas, frevo canção e frevo de bloco farão parte da Cantata Carnavalesca que o Coral Voz Ativa vai realizar nesta sexta-feira, 25,dia da abertura do Folia de Rua.Os coralistas vão circular pela praça Rio Branco, Centro Histórico de João Pessoa, a partir das 16 horas, entoando um repertório carnavalesco ao som de violões, pandeiros, atabaques, tantan e outros instrumentos musicais. O grupo tem a regência do maestro Luiz Carlos Otávio.
Marchinhas, frevo canção e frevo de bloco farão parte da Cantata Carnavalesca que o Coral Voz Ativa vai realizar nesta sexta-feira, 25,dia da abertura do Folia de Rua.Os coralistas vão circular pela praça Rio Branco, Centro Histórico de João Pessoa, a partir das 16 horas, entoando um repertório carnavalesco ao som de violões, pandeiros, atabaques, tantan e outros instrumentos musicais. O grupo tem a regência do maestro Luiz Carlos Otávio.
CORTEJO DE TAMBORES
Agentes culturais e sociais, batuqueiros e o pessoense vão celebrar a paz neste domingo,27, com o II Cortejo de Tambores. O bloco, que fecha a programação de carnaval do Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, vai percorrer ruas do Centro Histórico da Capital paraibana levando seu som a cidade em busca da paz.
Para os organizadores, o cortejo “vai possibilitar a integração entre as pessoas e proporcionar um diálogo importante em torno do fazer coletivo e o fortalecimento da identidade cultural paraibana”. Participam deste encontro sonoro grupos de percussão e os que fazem à cultura popular na cidade.
A concentração começa às 16 horas no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, situado a Ladeira da Borborema, 101, Centro Histórico (próximo à Catedral Nossa Senhora das Neves). O percurso do bloco inclui também a Rua da Areia, em direção à Praça Antenor Navarro. “Traga o seu instrumento, se vista de branco e venha participar entoando a mesma batida: a batida da Paz!”, disse Nai. Informações: 87309629
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
AS MOSCAS DE CARAPIBUS
ORQUESTRA CONFUSÃO
As Moscas de Carapibus, bloco de frevo e marchinhas, sai toda terça-feira de carnaval nas ruas da bela Praia de Carapibus, litoral sul da Pb, convidando moradores, turistas, veranistas e visitantes a cair na folia ao som do frevo carnavalesco.Veja o bloco, que este ano completa 10 anos, em imagens.
As Moscas de Carapibus, bloco de frevo e marchinhas, sai toda terça-feira de carnaval nas ruas da bela Praia de Carapibus, litoral sul da Pb, convidando moradores, turistas, veranistas e visitantes a cair na folia ao som do frevo carnavalesco.Veja o bloco, que este ano completa 10 anos, em imagens.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A distância entre autor e leitor na cadeia produtiva do livro
Por Lau Siqueira http://poesia-sim-poesia-blogspot.com/
É certo que a existência de políticas públicas é algo inegociável. Todavia é um pouco demais pensarmos que somente através de políticas públicas encontraremos o nirvana social e cultural do nosso país e do mundo. Os governos fazem parte da sociedade, mas nem sempre são representativos das classes dominantes, ou seja, do poder enquanto relação de classe.
Ultimamente, nas discussões sobre a cadeia produtiva do livro e as políticas públicas de acesso ao livro e a leitura, nos deparamos com alguns paradigmas que precisam ser superados. O primeiro deles é que a existência de políticas públicas para o livro e para a leitura deva ser a salvação de uma “lavoura arcaica” tão irrigada quanto o mercado do livro. Precisamos não confundir as coisas. Quando falamos em políticas públicas para o livro e para a leitura, precisamos estar atentos a um fator determinante neste debate: quase sempre quem dá o ponta-pé inicial para a cadeia produtiva do livro e da leitura (o escritor ou a escritora) fica fora do debate.
O mesmo destino é dado ao ponto final da mesma cadeia produtiva: sua excelência o leitor. Desta forma são os meios que se abastecem dos fins. Em algumas discussões sobre o livro e a leitura, temos a impressão que os livros são geridos por “incubadoras criativas”. O desprezo com que um autor fora do mercado é tratado, por exemplo, pelas livrarias, coloca esse debate num estado de alerta máximo no momento em que esse debate aflora em diversos fóruns. É como se um livro que esteja fora do mercado formal, não estivesse contribuindo com a lucratividade da mesma cadeia produtiva(...)
Lau Siqueira, é poeta, blogueiro e secretário-adjunto da Fundação de cultura de João Pessoa-PB
É certo que a existência de políticas públicas é algo inegociável. Todavia é um pouco demais pensarmos que somente através de políticas públicas encontraremos o nirvana social e cultural do nosso país e do mundo. Os governos fazem parte da sociedade, mas nem sempre são representativos das classes dominantes, ou seja, do poder enquanto relação de classe.
Ultimamente, nas discussões sobre a cadeia produtiva do livro e as políticas públicas de acesso ao livro e a leitura, nos deparamos com alguns paradigmas que precisam ser superados. O primeiro deles é que a existência de políticas públicas para o livro e para a leitura deva ser a salvação de uma “lavoura arcaica” tão irrigada quanto o mercado do livro. Precisamos não confundir as coisas. Quando falamos em políticas públicas para o livro e para a leitura, precisamos estar atentos a um fator determinante neste debate: quase sempre quem dá o ponta-pé inicial para a cadeia produtiva do livro e da leitura (o escritor ou a escritora) fica fora do debate.
O mesmo destino é dado ao ponto final da mesma cadeia produtiva: sua excelência o leitor. Desta forma são os meios que se abastecem dos fins. Em algumas discussões sobre o livro e a leitura, temos a impressão que os livros são geridos por “incubadoras criativas”. O desprezo com que um autor fora do mercado é tratado, por exemplo, pelas livrarias, coloca esse debate num estado de alerta máximo no momento em que esse debate aflora em diversos fóruns. É como se um livro que esteja fora do mercado formal, não estivesse contribuindo com a lucratividade da mesma cadeia produtiva(...)
Lau Siqueira, é poeta, blogueiro e secretário-adjunto da Fundação de cultura de João Pessoa-PB
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Paulinho da Viola - Talismã
POESIA, EMOÇÃO, QUALIDADE.
HOJE,18, EM JOÃO PESSOA, NO CENTRO HISTÓRICO DA CAPITAL,
PAULINHO DA VIOLA E SUAS BELAS LETRAS E MELODIAS.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
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