Um blog de conteúdo plural onde textos versam sobre assuntos variados, com foco especial para assuntos da cultura.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
ARCA DAS LETRAS: PARAIBA VAI RECEBER 31 BIBLIOTECAS RURAIS
(Foto do exitorio.com.br)
O programa Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário,
vai entregar até dia 18 deste mês mais 31 bibliotecas para comunidades rurais do estado da Paraíba. Em cada evento, moradores das comunidades serão capacitados e diplomados como agentes de leitura, ficando aptos para administrar as bibliotecas, incentivar a leitura e ampliar os acervos com doações locais.
A primeira solenidade será na tarde do dia 14 no assentamento Baixo, município de Riachão. Dia 15 será a vez das comunidades de agricultura familiar de Riacho D'Água e Bela Rosa, ambas no município de Pedras de Fogo. Neste município também serão reunidos os agentes de leitura de 21 comunidades que já receberam suas bibliotecas em 2008.
A coordenadora nacional do Programa Arca das Letras e de ação cultural do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Cleide Soares com a equipe da Emater e da Delegacia do MDA/PB, vão discutir novas estratégias para incentivar a leitura. Na ocasião serão entregues as gibitecas da Turma da Mônica e Maurício de Souza. Cada biblioteca receberá novos kits de trabalho.
A comunidade de agricultura familiar de Cachoeira do Gama, município de Matinhas, também receberá sua biblioteca rural. O evento vai contemplar ainda as comunidades de agricultura familiar e assentamentos do INCRA no município de Salgado de São Felix e Gurinhém. Esses municípios fabricaram as arcas para atender mais comunidades rurais.
O MDA contou com a parceria do Ministério da Educação - FNDE para doação de parte dos livros e com a Delegacia Federal do MDA na Paraíba e a Emater para organização dos eventos. As bibliotecas contam com um acervo aproximado de 200 livros dos mais variados gêneros, de literatura à dicionários, enciclopédias e manuais com assuntos de interesse das comunidades e as gibitecas.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário já entregou 324 bibliotecas para comunidades rurais na Paraíba e formou mais de 700 agentes de leitura que atuam voluntariamente para o incentivo à leitura e circulação dos livros no campo.
O programa Arca das Letras foi criado em 2003 e desde então já beneficiou mais de 8 mil comunidades de agricultura familiar, remanescentes de quilombos, assentamentos da reforma agrária, aldeias indígenas e pescadores de mais de 3 mil municípios em todos os estados do Brasil, levando mais educação e cultura por meio da leitura.(Release).
O programa Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário,
vai entregar até dia 18 deste mês mais 31 bibliotecas para comunidades rurais do estado da Paraíba. Em cada evento, moradores das comunidades serão capacitados e diplomados como agentes de leitura, ficando aptos para administrar as bibliotecas, incentivar a leitura e ampliar os acervos com doações locais.
A primeira solenidade será na tarde do dia 14 no assentamento Baixo, município de Riachão. Dia 15 será a vez das comunidades de agricultura familiar de Riacho D'Água e Bela Rosa, ambas no município de Pedras de Fogo. Neste município também serão reunidos os agentes de leitura de 21 comunidades que já receberam suas bibliotecas em 2008.
A coordenadora nacional do Programa Arca das Letras e de ação cultural do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Cleide Soares com a equipe da Emater e da Delegacia do MDA/PB, vão discutir novas estratégias para incentivar a leitura. Na ocasião serão entregues as gibitecas da Turma da Mônica e Maurício de Souza. Cada biblioteca receberá novos kits de trabalho.
A comunidade de agricultura familiar de Cachoeira do Gama, município de Matinhas, também receberá sua biblioteca rural. O evento vai contemplar ainda as comunidades de agricultura familiar e assentamentos do INCRA no município de Salgado de São Felix e Gurinhém. Esses municípios fabricaram as arcas para atender mais comunidades rurais.
O MDA contou com a parceria do Ministério da Educação - FNDE para doação de parte dos livros e com a Delegacia Federal do MDA na Paraíba e a Emater para organização dos eventos. As bibliotecas contam com um acervo aproximado de 200 livros dos mais variados gêneros, de literatura à dicionários, enciclopédias e manuais com assuntos de interesse das comunidades e as gibitecas.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário já entregou 324 bibliotecas para comunidades rurais na Paraíba e formou mais de 700 agentes de leitura que atuam voluntariamente para o incentivo à leitura e circulação dos livros no campo.
O programa Arca das Letras foi criado em 2003 e desde então já beneficiou mais de 8 mil comunidades de agricultura familiar, remanescentes de quilombos, assentamentos da reforma agrária, aldeias indígenas e pescadores de mais de 3 mil municípios em todos os estados do Brasil, levando mais educação e cultura por meio da leitura.(Release).
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
FREVO NO DIA DO RITMO
(frevooritmodepernambuco.blogspot.com)
Hoje é o Dia do Ritmo e nada mais apropriado que homenagear o frevo num período momesco. Com idade secular, o frevo completa 104 anos e amanheceu o dia desta quarta-feira, 9, acordando os pernambucanos com seu som peculiar.
Surgido na cidade do Recife no fim do século XIX, o frevo caracteriza-se pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevo, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte.
Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensavam em dar ao povo mais animação nos folguedos. No decorrer do tempo, a música ganhou características próprias acompanhadas por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos.(Fonte: Wikipédia).
Hoje é o Dia do Ritmo e nada mais apropriado que homenagear o frevo num período momesco. Com idade secular, o frevo completa 104 anos e amanheceu o dia desta quarta-feira, 9, acordando os pernambucanos com seu som peculiar.
Surgido na cidade do Recife no fim do século XIX, o frevo caracteriza-se pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevo, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte.
Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensavam em dar ao povo mais animação nos folguedos. No decorrer do tempo, a música ganhou características próprias acompanhadas por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos.(Fonte: Wikipédia).
sábado, 5 de fevereiro de 2011
AUSÊNCIA
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar seus olhos que são doces...
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres exausto...
No entanto a tua presença é qualquer coisa, como a luz e a vida...
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto...
E em minha voz, a tua voz...
Não te quero ter, pois em meu ser tudo estaria terminado...
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados...
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada...
Que ficou em minha carne como uma nódoa do passado...
Eu deixarei...Tu irás e encostarás tua face em outra face...
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada...
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu...
porque eu fui o grande íntimo da noite...
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa...
Porque os meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
E eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém, porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas,
serão a tua voz presente, tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Por Vinicus de Morais
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres exausto...
No entanto a tua presença é qualquer coisa, como a luz e a vida...
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto...
E em minha voz, a tua voz...
Não te quero ter, pois em meu ser tudo estaria terminado...
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados...
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada...
Que ficou em minha carne como uma nódoa do passado...
Eu deixarei...Tu irás e encostarás tua face em outra face...
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada...
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu...
porque eu fui o grande íntimo da noite...
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa...
Porque os meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
E eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém, porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas,
serão a tua voz presente, tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Por Vinicus de Morais
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
AFOXÉ ANIMA BAILE AFRO EM JP
Oxum Pandá tradicional, grupo afoxé de Olinda-PE foi a atração principal do VII Baile Afro no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes. No repertório toda a força da musicalidade pernambucana, celebrando o amor e a beleza da deusa das águas doces com canções em português e iorubá. Antes sobe ao palco o Grupo Raízes nascido no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes e que vem se destacando no cenário cultural local pela mistura de ritmos e danças da cultura popular a exemplo do coco de roda, maculelê, samba de roda, ciranda, afoxé, entre outros.
O VII Baile Afro faz parte da programação de fevereiro no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes e que inclui exposições, lançamentos de coletâneas poéticas entre outros eventos. O ateliê fica na Rua Ladeira da Borborema, 101, Centro Histórico (próximo à catedral Nossa Senhora das Neves).
O VII Baile Afro faz parte da programação de fevereiro no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes e que inclui exposições, lançamentos de coletâneas poéticas entre outros eventos. O ateliê fica na Rua Ladeira da Borborema, 101, Centro Histórico (próximo à catedral Nossa Senhora das Neves).
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
POEMA DE UM AMIGO APRENDIZ
Imagem do blog -Antigas Ternuras-
Quero ser teu amigo
Nem demais e nem de menos
Nem tão longe, nem tão perto
Na medida mais precisa que eu puder
Mas amar-te, sem medida,
E ficar na tua vida
Da maneira mais discreta que eu souber
Sem tirar-te a liberdade
Sem jamais te sufocar
Sem forçar tua vontade
Sem falar quando for hora de calar
Sem calar, quando for hora de falar
Nem ausente, nem presente por demais
Simplesmente, calmamente, ser-te paz
É bonito ser amigo
Mas confesso,é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência
Vou encher este teu rosto de lembranças
Dá-me tempo de acertar nossas distâncias.
Por Pe.Zezinho
Quero ser teu amigo
Nem demais e nem de menos
Nem tão longe, nem tão perto
Na medida mais precisa que eu puder
Mas amar-te, sem medida,
E ficar na tua vida
Da maneira mais discreta que eu souber
Sem tirar-te a liberdade
Sem jamais te sufocar
Sem forçar tua vontade
Sem falar quando for hora de calar
Sem calar, quando for hora de falar
Nem ausente, nem presente por demais
Simplesmente, calmamente, ser-te paz
É bonito ser amigo
Mas confesso,é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência
Vou encher este teu rosto de lembranças
Dá-me tempo de acertar nossas distâncias.
Por Pe.Zezinho
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
CULTURA AFRO NO ATELIÊ DE NAI
A cultura afro, que faz parte do universo do artista plástico Elioenai Gomes, será marcada neste mês de fevereiro por exposições e bailes. Nesta terça, primeiro de fevereiro, o artista abre sua galeria para o lançamento da Passarela Poética, coletânea que reúne vários poetas paraibanos. Nesta quarta,2, às 19 horas, no mesmo local, o artista inaugura na Galeria da Ladeira, a exposição, também coletiva, chamada Elementos-Herança da Mãe África.
Na sexta, a partir das 22 horas, na área livre do ateliê Elioenai Gomes, o artista abre espaço para a musica, o swing e balanço afro com os grupos Oxum Panda e Raízes.É a sétima edição do baile afro. Com toda essa mistura de sons e ritmos, comuns no período carnavalesco, nada mais pertinente que as famosas máscaras e é com esse tema que Nai com outros artistas expõem A Magia das Máscaras Carnavalescas, coletiva na Galeria Ladeira, dia 16 deste, a partir 19 horas.
Dois dias após, Nai promove o sétimo Baile de Máscaras da Ladeira que também será a prévia do bloco Folião de ladeira abaixo, a partir das 22hs. O bloco sai às ruas oficialmente dia 25, sexta, quando começa o Folia de Rua, período do carnaval de rua em João Pessoa, que antecede o período carnavalesco da capital. A concentração é no ateliê, a partir das 19hs. Dia 27, fechando fevereiro, o som afro invade as ruas em um cortejo de tambores, a partir das 16 horas com concentração no ateliê da ladeira.É o ateliê Multicultural Elioenai Gomes escrevendo a sua história.
Para chegar ao ateliê basta descer a Rua Ladeira da Borborema,101, próximo a Basílica de Nossa Senhora das Neves, sentido Rua da Areia.Centro Histórico da capital.
Na sexta, a partir das 22 horas, na área livre do ateliê Elioenai Gomes, o artista abre espaço para a musica, o swing e balanço afro com os grupos Oxum Panda e Raízes.É a sétima edição do baile afro. Com toda essa mistura de sons e ritmos, comuns no período carnavalesco, nada mais pertinente que as famosas máscaras e é com esse tema que Nai com outros artistas expõem A Magia das Máscaras Carnavalescas, coletiva na Galeria Ladeira, dia 16 deste, a partir 19 horas.
Dois dias após, Nai promove o sétimo Baile de Máscaras da Ladeira que também será a prévia do bloco Folião de ladeira abaixo, a partir das 22hs. O bloco sai às ruas oficialmente dia 25, sexta, quando começa o Folia de Rua, período do carnaval de rua em João Pessoa, que antecede o período carnavalesco da capital. A concentração é no ateliê, a partir das 19hs. Dia 27, fechando fevereiro, o som afro invade as ruas em um cortejo de tambores, a partir das 16 horas com concentração no ateliê da ladeira.É o ateliê Multicultural Elioenai Gomes escrevendo a sua história.
Para chegar ao ateliê basta descer a Rua Ladeira da Borborema,101, próximo a Basílica de Nossa Senhora das Neves, sentido Rua da Areia.Centro Histórico da capital.
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